Já amamos Lucky Ladies? Amamos sim!

A onda de Realities Shows bateu forte e o Brasil entrou nessa com tudo! 
Agora imagina o plot: 5 funkeiras reunidas em um apartamento luxuoso em Copacabana, comandadas por Tati Quebra Barraco. Já dá pra amar? Dá sim!

São cinco mulheres com histórias diferentes, reunidas pra fazer funk e muitas confusões. A gente tá só de olho esperando os barracos começarem, lóógico. Porém o mais importante, é a representatividade da mulher pobre, que vem de comunidade, negra e gorda. A própria Tati vem da Cidade de Deus e tem uma história de vida difícil. Assim como Mc Carol e Mc Sabrina, que trazem uma bagagem de lutas, abusos e violência doméstica.

Tati comanda o show e já deu seu recado:



Dentre as pupilas estão Mary Silvestre, Karol K e Mulher Filé, que não tenho nada a dizer ainda. Estamos de olho.

Já a Mc Sabrina é uma das minhas favoritas, com uma história extremamente triste, mas sempre mostrando sua força pra continuar. É também super estilosa e com uma voz marcante. Essa vai longe.



Mas a diva das divas é a Mc Carol, mais conhecida como Carol bandida, que já conquistou os fãs do programa com seu carisma. Autoconfiante e feminista, ela manda na casa e no marido e já disse que há 5 anos não lava uma louça. As letras dela são muito engraçadas, mas é adepta do funk putaria. Que a gente odeia mas canta escondido com as zamiga

Já amo porque ela já polemizou mostrando que gorda pode sim, postando esta foto:


"Acabou essa palhaçada de que precisa ser magra pra ser gostosa, ser aceita, ser amada e blá blá blá blá ... Quem tem que me aceitar, sou eu, o mundo que se foda! Sou gostosa, sou feliz, sou sexy, sou gorda, desejada e muito amada ! Autoestima pra mim é lixo kkkk... Outra coisa, Só fala da minha vida quando a sua for exemplo".

Agora, eu tô amando funk e me jogando nos baile de SP no finde? Num tô. Eu tô baixando os pancadão e dançando de shortinho na frente do espelho? Hoje não Faro. Eu tô piscando a bunda tipo a mulher Filé? Não vai rolar. Eu tô bandida tipo a Carol? É, talvez um pouco.

Não é porque eu curto o programa que eu uma funkeira dominou minha alma. O programa vale a pena por outros motivos que vão além da música, por isso, mesmo sem gostar de funk dá pra curtir sim e torcer/chorar/rir muito com as meninas.

Na Fox Life, às segundas - 22h30.


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