Rock Movie part II


Hoje eu trago mais dois filmes para a Série Rock Movie!
Confiram as outras partes aqui;

Quase Famosos, 2001
Cameron Crowe fez esse filme como uma autobiografia, quando se tornou um jornalista em evidência quando, ainda jovem, cobriu a turnê do The Allmans Brother, Lynyrd  skynyrd, e ganhou notoridade ao cobrir Led Zeppelin para a revista Rolling Stones.
Pois bem, em Quase Famosos, Willian (Patrick Fugit), é um adolescente de 15 anos que conhece o Rock quando sua irmã (Zooey Deschannel) sai de casa e deixa para ele sua coleção de discos.  Ele passa a escrever para uma revista de rock do bairro, e por acaso consegue entrar na Rolling Stones e é mandado para cobrir a turnê da banda em ascensão (fictícia) Stillwater. Em meio ao estilo de vida dos "rock star", conhece uma groupie chamada Penny Lane (Kate Hudson), pela qual se apaixona. 
Cameron Crowe na sua juventude viveu no cenário rock n' roll, cobrindo turnês, conhecendo várias bandas e assim conheceu a groupie Bebe Buell (mão da Liv Tayler), pessoa a qual lhe inspirou Panny Lane. Além disso, a mãe de Willian no filme, é um retrato de sua própria mãe, e sua irmã também saiu de casa e ficou sem falar com a mãe por 10 anos.
É gostoso ver um filme inspirado na vida de alguém, saber que as coisas aconteceram daquela forma, ou parecida. E Quase Famosos é um filme assim. A gente assiste e imagina o quão legal seria viajar com uma banda famosa nos anos 70, acompanhar sua vida, suas brigas, seus momentos de glória e fracassos. Willian é uma cara ainda muito jovem, sem malícia, apesar de ser o protagonista do filme, vive como coadjuvante enquanto acompanha a banda. Aos poucos o menino inocente se vê envolvido com aquelas pessoas, com aquela vida. 
Um destaque no filme sem dúvida é a trilha sonora. De Led Zeppeling a Elton Jhon, a trilha não decepciona. 
Por ser um filme com muito rock, cheio de referências boas (até o nome da Groupie- Penny Lane), e daqueles que dá vontade de ver toda hora, é um filme da minha lista de favoritos. Deve ser visto.
Ouçam: One Way Out- Allman Brothers


The Doors, 1991
O filme é muito mais sobre o Jim Morrison, do que sobre o Doors
Val Kilmer interpretou Jim Morrison, mas eu poderia dizer que ele encarnou Jim Morrison. 
Morrison era na verdade um poeta, e a forma que encontrou para se expressar foi na música. Era um homem intelectual e introspectivo, adorava filosofar e Nietzsche era sua inspiração.
Por ser um homem extremamente bonito e sensual, Jim Morrison era considerado o "Deus do sexo". Apesar disso teve um relacionamento estável e duradouro com a namorada que o acompanhou mesmo antes da fama até sua morte, Pamela Courson (Meg Ryan).
[spoiler]O filme mostra Morrison quando criança presenciando um acidente na estrada onde morreram vários índios. Ele disse em entrevista que esse acidente que presenciou jamais esqueceu. Disse que as almas daqueles índios vieram em sua direção e penetraram nele. Algumas músicas de Morrison faz referências á essa passagem de sua vida, e no filme podemos ver os índios dançando ao seu lado em suas apresentações.[fim spoiler]. Quando jovem, tentou seguir o ramo cinematográfico, mas as pessoas não entendiam suas ideias. Escrevia e declamava poesias, na maioria falando de liberdade. 
O filme é um show de efeitos visuais, para que nos aproximemos o máximo da mente do poeta. Sexo é algo que não pode faltar, já que o Deus do sexo estava no auge de sua juventude e virilidade. 
Morrison usou muitas drogas, junto com sua namorada viciada, Pamela. Em julho de 1971, aos 27 anos, foi encontrado morto na banheira de um hotel. Pamela morreu de overdose pouco tempo depois. Por anos a morte do poeta foi um mistério, pois não houve autópsia do corpo, sendo considerada uma parada cardíaca. Quando o livro The end- Jim Morrison foi lançado, trouxe a confirmação do escritor e amigo de Morrison, que a morte dele foi sim de overdose, por haver espuma e sangue no nariz. Ele cheirou heroína pura ao invés de injeta-la pois tinha medo de agulhas.
Enfim, fica a informação para quem  se interessar, e além disso, Jim Morrison é o 4° grande artista morto aos 27. Antes dele foram Jimi Hendrix, Janis Joplin e Brian Jones.

Ouçam: Break on through (to the other side)


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5 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Não vi nenhum dos dois, mas conheço bastante esse da vida do Jim Morrison. Gosto de filmes que retrtam a vida de pessoas famosas. Já a Kate Hudson gosto de todos que ja vi com ela.

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  3. Oi flor,
    como não conheço esses filmes vou comentar aqui o seu post anterior! hehehe!
    Olha, faço minhas as suas palavras, concordo com tudo que vc escreveu sobre essa "juventude perdida". Tenho um exemplo bem próxmo, minha faxineira tem 3 filhos, todos com a mesma criação e as mesmas oportunidades (ou no caso, a falta delas) e dos 3 apenas um se tornou um cidadão respeitável. Ou seja, não é desculpa o meio em que foi criado e as oportunidades que lhes faltaram, mas é preciso um pouco de boa vontade. Além de que, esse povo tem síndrome de "coitado" né, acha que tudo se justifica pela falta de opotunidade, a droga, a gravidez na adolescência, a bandidagem.. É REVOLTANTE...também sou preconceituosa com isso pois acho que trata-se de escolha e do que é mais fácil, então não dá para ficar tendo dó e arrumando desculpas pra quem segue esses caminhos do lado ruim.
    Fazer o que né...
    Beijos

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  4. Que vergonha eu como uma verdadeira roqueira não vi nenhum dos filmes hahaha.. Por Sebastian Bach eu prometo que vou baixar rs. bjs

    http://coposcheiosdevodkaerocknroll.blogspot.com/

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  5. Acompanho o comentário acima, só vi o segundo há muito tempo, não lembro de quase nada...

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