Vaniday - uma assistente pessoal de beleza

Fui convidada a conhecer o aplicativo Vaniday, uma plataforma que reúne salões de beleza em um só lugar.

Você pode procurar e agendar serviços de cabeleireiro, manicure, estética em geral, barbearias, massagem e muitos outros.

Eu agendei uma limpeza de pele em um salão que eu não conhecia. O Espaço Eri de Beleza fica em Perdizes e é um salão fofo, com atendimento rápido e serviço de qualidade. Fui atendida pela Maria José, que faz uma limpeza de pele com aplicação de peeling. O preço de R$70,00 é ótimo pela limpeza de 1 hora e incluso a aplicação do peeling.

Depois do procedimento, eu fiquei um pouco avermelhada, mas em uns três dias, eu já pude notar a diferença na minha pele, mais clara, macia e sem os cravinhos. Eu estou me programando para fazer pelo menos 1 vez no mês, com a facilidade de agendar direto pelo app da Vaniday!

Pra quem como eu, odeia telefone, o app é ótimo pois você consegue pesquisar por bairro, cep, ou por procedimento, reagendar, cancelar, pagar e enviar mensagem, tudo no app sem precisar ligar em nenhum momento! Aquela fase de ligar pra sua manicure perguntando se tem um encaixe ficou pra trás! Se o seu salão favorito estiver no serviço Vaniday, você pode também escolher a profissional que mais gosta.

Ah, eles ainda enviam notificações de lembrete do seu agendamento. É ou não é uma assistente pessoal??

O aplicativo está disponível na Apple Store e no Google Play e você também pode acessar direto pelo site clicando aqui.

Este post é um publieditorial.

Alguns ensaios

Estas fotos foram feitas ao longo do ano passado e deste ano, e estão soltas pelo mundo (algumas no facebook, algumas no instagram meu ou de alguém, algumas em tumblr de alguém). Estas e algumas mais sensuais. Decidi postar algumas pois isto faz parte do meu processo de empoderamento e aceitação. E o blog é meu, anyways, o corpo também :)

Se esse tipo de foto se incomoda, só não olhar.







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Aproveito para agradecer aos meus amigos maravilhosos, que fizeram e fazem parte do processo, que me colocam pra cima, que me aceitam como sou, me acham linda e maravilhosa, que são pessoas incríveis e do bem, alguns também no processo de autoaceitação. E o mais importante é que nos encontramos no meio do caminho, nesta luta de quebra de padrões. Direta ou indiretamente, estas pessoas ajudaram / ajudam na minha autoestima com suas gentilezas, empatia, carinho e respeito ao próximo:

@jaypadua_ / a__alcazar / @dannsuzuki / @el_phael / @santa.melissa / @mausstephan / @helennathais / @gabbalins / @brunagata / @ibabf / Laura / Raphael / André.

Me siga no instagram: @petitday.

Já é meia noite e eu preciso tomar banho

Tenho sido assim. Tem dias que é tão corrido que esqueço de comer, tem gente vindo pra cá e preciso correr no mercado pra comprar cerveja. Ah, trocar o lençol pra dormir com a amiga, tem toalha limpa? Em compensação, tem dias em que eu nem abro a janela, nem abro os olhos direito. Só acordo porque a fome tá demais e não me deixa dormir.

Às vezes o dia passa voando, às vezes demora uma eternidade. Vez em quando não aguento a solidão, minha própria companhia, me jogo em alguma pista com os amigos ou em algum sofá quente longe daqui. Em outros, não vejo a hora de voltar pra casa, ficar sozinha, comer chocolate, ouvir música e chorar pelada.

Tem algumas paixões no meio disso tudo, que chegaram e me abalaram. Me arrasaram e depois partiram. De algumas, fui eu quem parti. Mas parece que faz tanto tempo. Mas são coisas tão cíclicas, sempre chegando, sempre partindo, isso nunca acaba. Tem dias que eu quero que acabe, tem dias que eu quero uma nova, pra me enroscar, me arrepender e depois chorar. De novo. E de novo.

Já tenho quase 30 (28 é quase 30 né) e sinto que não me estabilizei emocionalmente . E tá tudo bem, mesmo. Mas tem dias que não. Hoje é um dia em que nem banho tomei. Tá frio né. Tá cinza, eu amo e odeio. Fico feliz e triste, feliste, como dizem por aí.

É uma nova rotina, parece até uma nova vida. E ainda não decidi se gosto disso. Gosto tanto de silêncio mas tem dias que isso me deixa louca. Vou atrás de pessoas e depois me arrependo. Tem algumas pessoas que me dão a sensação de casa, mas são poucas. A maioria vai embora cedo demais. 

Eu continuo aqui, subindo e descendo feito montanha russa. Clássico. Dizem que uma hora a gente se acostuma, dizem que todo mundo passa por isso. E eu me pego no metrô dizendo pros mais novos "é isso aí, todo mundo nessa idade tá meio que nessa, matando um leão por dia, saindo de casa, casando, é isso aí, tá todo mundo meio que nessa". É isso né? Eu tô tentando acreditar que ok, é isso aí.

Mais uma música no random, alguém chama no whatsapp, poxa tarde né, tá bem, to bem e você etc, tá fazendo o que, poxa vida já é meia noite e nem banho tomei, deixa eu ir lá, boa noite, amanhã nos falamos, beijo, beijo, fui emoticon, emoticon. Amanhã é um novo dia.

(Este post tá muito aquela cena "what's going on" de Sense8).

Sensações cotidianas inexplicáveis I

Aquela sensação que a gente tem quando está no mesmo ambiente com alguém que gostamos muito, e num determinado momento, você olha essa pessoa do outro lado da sala, conversando e interagindo, com seus jeito e trejeitos que você conhece bem, e por apenas um momento, rápido e intenso, você adquire uma consciência absurda sobre ela - o carinho, o medo de perder, o "a gente poderia não ter se encontrado nesta vida".

Como se chama esta sensação? 

Cena de Brilho eterno de uma mente sem lembranças.

Nem todo carnaval tem seu fim

1. Tem a gente no Ibirapuera, se deslumbrando no transporte público, em sair do bairro sozinhos. Tem roqueiro dançando samba de gafieira no banco do parque. Tem a gente pegando chuva na volta pra casa. 

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2. Tem eu e o melhor amigo assistindo filme até tarde, depois de jantar alguma coisa gostosa que minha fez porque sabia que ele gostava. Tem ele deitado no meu colo cutucando o dente com o palito. E hoje eu o vejo trabalhando em seu comércio, de longe. Seu filhinho rondando por ali. Feliz por estarem bem.


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3. Tem a festa do pijama só das meninas, a gente fazendo pipoca salgada e doce. Tem o filme Navio Fantasma no DVD e os colchões na sala. Foi nossa última noite juntas.


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4. E tem aquele bar de rock que ainda funciona. Tem a gente em frente olhando o movimento. Tem a garota bonita e simpática que se juntou ao grupo. Tem a garota bonita e simpática me abraçando pra dançar algo que pode ser Bon Jovi, pode ser Red Hot, pode até ser Foo Fighters, eu nem ligo, ela tá dando em cima de mim.


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5. Tem nós dois lendo as opiniões sobre filmes no Netflix. Tem a gente chorando literalmente de rir, até ficar sem ar. Tem os domingos em que ele saia da cama de fininho e fechava a porta pra eu completar minhas 15 horas de sono. E tem nossas pizzas doces e Breaking Bad.


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*Continua... sempre continua.

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Sobre (uma das) coisas entaladas

Muitas coisas ficaram por dizer, muitos planos no papel, e eu sentia que precisava colocar alguns pontos finais. Tá, eu sei que foi uma questão de timing errado - tem acontecido muito na minha vida - mas eu precisava tirar de mim aquelas dúvidas, pedir explicações e me explicar também.



Voltar lá me fez resgatar muito mais do que velhas amizades (a dele, a dela), me fez resgatar um sentimento que ficou entalado. Entalado. Não é que ele tenha ficado em volta, parado na minha pele. Ele entalou. E eu não passei um dia desde que me recuperei sem pensar sobre isto.

Só que agora, eu sinto que ele está diferente. Eu sinto que ele tem medo de me deixar entrar de novo. Ou ele apenas não quer (ele disse que escolheu outro caminho). Posso lidar com isto. Posso lidar com isto?

Ele disse que não sentia que era justo eu ter invadido ele - invadido ele - e causado um caos no que antes era paz. Ter mudado os quadros dele de parede, só porque me incomodava deitar no sofá e sentir que o Hitchcock ia cair na minha cara a qualquer momento. 

E disse mais: Como pode ser justo que eu tenha ido embora com uma parte dele? É quase como um furto, ele disse. Em alguns meses. Porém, foram aquelas três semanas que definiram tudo. E depois, o vazio.

E a terceira pessoa envolvida ainda estava lá, comendo pelas beiradas, tentando entrar. Lidando com o quadro do Hitchcock na parede da mesa. 

Depois de toda a conversa e lágrimas - dessa vez, só da minha parte - nós transamos. Por que tudo acaba em sexo? E não foi 1/3 do que costumava ser. A esta altura temos intimidade o suficiente pra ter este tipo de diálogo:

- É, não tá rolando né.
- Não como antes.
- Na verdade tá uma bosta.
- Tá uma bosta mesmo. Vai cervejinha?

Agora eu sinto que ele ficou com uma parte de mim. Mas não como um furto, sabe? Eu fui até lá, só pra remexer velhos sentimentos e praticamente coloquei um pedaço de mim sobre a mesa. Debaixo do quadro do Hitchcock.

(Depois de tudo ele ainda teve a bondade de dizer que quer ser a pessoa pra quem eu ligo quando tudo para de fazer sentido).

Uma coisa que aprendi com a terapia é que preciso aceitar que tenho um problema. E preciso cuidar dele, pra me manter em ordem. Parar de fugir, nos amigos, nas festas, nos bares, nos braços, nas camas, nos entorpecentes. Não deu certo antes, não tem como dar agora.

E por que estou escrevendo em "detalhes" sobre algo tão íntimo? Porque é assim que eu sinto que os pontos finais serão fixados. Escrever faz com que isso saia de mim. No mais, já me despi pra ele e não restou nada mais a ser dito.

Ps1: É preciso deixar claro que não estou falando do Raphael - este que ainda é a pessoa pra quem ligo quando tudo para de fazer sentido.
Ps2: O quadro do Hitchcock voltou pra parede do sofá. Isso quer dizer muita coisa.
Ps3: Nos vemos no meu próximo erro amoroso.


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Love

Esse homi, ele se chama Gaspar e me destrói todas as vezes como se fosse a primeira.

Are you in love?

what's your alternate fantasy?

What's the meaning of life?
love.

If you fall in love, you're a loser.

What's the best in your life?
Love!
And then, after that?
Sex!

Love is stranger. How can something so wonderful bring a such great pain?
Maybe it's better to have never loved.

Please hug me. Please hold me.

life is what you make of it.

When you die, you die with your memories.

I will love you until the end.


Filme: Love.

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Quando eu crescer quero ser igual você, Shoshanna!


Uma lição de self respect.
Por favor Shoshanna, nunca mude!

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1 mês em minutos - Outubro 2015

E lá vamos nós.
Este mês, por livre e espontânea pressão, eu fiz um snapchat! Aproveitei pra salvar alguns vídeos para o compilado do mês. E fotos também.

Aqui está um pouco da história do mês de Outubro.
Pra quem curte este tipo de vídeo, espero que gostem. E me add no Snapchat pra acompanhar nossas peripécias pela vida: petitday

Façam isso! Pois não sei se vou continuar fazendo este compilado, dá muito trabalho editar, mesmo não sendo uma edição maravilhosa, etc...



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1 mês em 3 minutos Setembro 2015

Vocês lembram do 30 coisas em 30 dias? Que depois virou só Resumo do mês mesmo? As pessoas adoravam, renovamos várias temporadas, foi um sucesso. #SQN

Depois eu perdi um pouco a paciência e desisti. Agora inventei de fazer uns vídeos rápidos para registrar alguns momentos do mês. A ideia era fazer um compilation só pra ter guardado mesmo, mas deu tanto trabalho editar isso (edição simples), que resolvi postar aqui também.

Neste 1°, faltam alguns dias importantes, como o aniversário do Arthur, pois decidi começar a fazer isso só nas duas últimas semanas do mês. E tem o fato de que esqueço de gravar as coisas legais quando estão acontecendo, porque estou apenas aproveitando.

Quero fazer estes vídeos independente de postar no blog ou não (alguns nem pretendo postar), mas sim pra ter estas lembranças.




Até o próximo, se eu tiver paciência.


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